O plano não é a obra
Planos são úteis quando criam movimento. Eles ficam perigosos quando viram teatro: muito controle no papel, pouco contato com a realidade.
O v2 começa como um laboratório público porque eu quero manter as decisões perto do lugar onde elas doem. IA, quant e automação parecem simples enquanto estão no quadro. O aprendizado acontece quando dados, modelos, mercados, custos e usuários entram na mesma sala.
O melhor plano não tenta prever tudo. Ele deixa rastros bons o suficiente para mudar sem perder memória.
O que entra no laboratório
- Experimentos com agentes, LLMs e automação de pesquisa.
- Estudos quantitativos com dados, hipóteses, backtests e limites claros.
- Interfaces pequenas, muitas vezes em Flutter, quando uma ideia precisa virar produto.
- Revisões honestas do que parecia uma boa tese antes de encontrar custo, latência, mercado ou usuário.
Como vamos medir progresso
Progresso aqui não é volume de posts. É clareza acumulada. Um bom registro deve explicar a hipótese, os dados, a restrição, a decisão e o que mudou depois que o sistema encontrou o mundo.
input: hipótese + dados + restrição
processo: modelo + automação + teste + atrito
output: sistema melhor e memória pública
Próximos passos
O primeiro compromisso do v2 é simples: publicar o que for sendo construído, preservar contexto e deixar que a marca fique mais nítida pelo trabalho.
